terça-feira, julho 27
Eu queria poder ser forte o suficiente pra dizer nunca mais. Mas o que eu sinto por você, nem palavras conseguem explicar. Então diz que eu fui importante, diz que de algum modo eu te fiz feliz. Por que eu não suportaria ir, sem saber se te fiz bem. E a incerteza com certeza não é a solução. O meu coração parou de bater. Quando eu disse que desisti, e você não se importou.
sábado, julho 17
I do love
Quando ele estava virando na direção do sofá, ela já estava colando seu corpo no dele, empurrando-o com força na direção da porta.
— Escuta uma coisa, Ma... — Sussurrou, e ele sentia as costas arderem pelo quanto ela o empurrava. Ele não reclamou aquilo era gostoso. Ela continuou: — Eu não consigo deixar de pensar em você.. Eu não quero que me trate assim... — Seus olhos estavam vermelhos, e ele estremeceu.
— Eu não quero que você fique perto de mim... — Olhou seus olhos fixamente, um sorriso triste tomou conta do seu rosto.
— Eu não quero que você fique perto de mim... — Olhou seus olhos fixamente, um sorriso triste tomou conta do seu rosto.
— Eu não me importo, é isso que eu quero. — Ela aproximou seus lábios, dando um selinho demorado. O coração daquele garoto parecia pular dentro do peito, ele queria negar, ele queria colocar ela pra fora de sua vida. Mas já estava perdido mesmo.
— Sente uma coisa... — Segurou a mão dela, e trouxe ao encontro de seu coração. Ele pareceu acelerar ainda mais ao sentir o toque quentinho da mão dela. Eles ficaram se olhando nos olhos, enquanto ela sorria sentindo o coração dele coração bater completamente sem controle.
— Você sente o que eu sinto... — Falou animada, olhando a sua mão.
— Você sente o que eu sinto... — Falou animada, olhando a sua mão.
— Não sinto. — Rebateu, tentando fazer com que ela não acreditasse nisso. — Tenho problema no coração. — Sorriu, até parece que ela acreditaria naquilo.
— Não precisa concordar amore, eu sei que você sente. — A garota riu, aproximando seus lábios do pescoço dele e o beijou devagarzinho. – E por mais que você queira, eu nunca te deixarei! Sempre estarei ao teu lado em todos os momentos, nem que seja por pensamento.
terça-feira, julho 13
domingo, julho 4
19:19h
‘Chega ser engraçado, até por que tem tudo pra dá errado né?! Porque eu sei que tudo isso um dia vai acabar, dói ate de imaginar. Mas foda-se, eu vou curtir cada momento contigo, se você quiser, claro.’ Após essas palavras, ouve um silêncio profundo e seus olhos castanhos, os quais eu tanto amava foram ao encontro dos meus. Mal ele sabia que meu desejo seria de estar eternamente ao seu lado e que eu me contentava com os poucos minutos por dia ouvindo sua voz roca e manhosa.
sábado, julho 3
Julho
O vento de julho despenteou um pouco seus cabelos. Rosto voltado para o escuro, braços abertos. Como se dançasse. A cara erguida para o céu coberto de estrelas, um céu tão limpo que seria capaz de encontrar todas as constelações. E foi dizendo para si mesmo em seu pensamento:
‘Você sabe que de alguma maneira a coisa esteve ali, bem próxima de você. Tão próxima que você podia tê-la tocado. Você podia tê-la apanhado. Talvez no ar, que nem uma fruta. Aí volta o soco, e sem entender, você então para e pergunta alguma coisa assim: mas de quem foi o erro? Bem, não sei se a palavra exata é essa, erro. Mas estava ali, e no segundo seguinte, você ia tocá-la, você ia tê-la. Era tão, tão imediata. Tão agora, tão já. Foi você que errou? Foi você que não soube fazer o movimento correto? O movimento perfeito tinha que ser um movimento perfeito. Talvez tenha demonstrado demasiada ansiedade, eu penso. E a coisa se assustou, então. Mas, se o erro não foi de dentro, mas de fora, se o erro não foi seu, mas da coisa? E se foi ela que não soube estar pronta? Que não conseguiu captar a hora exata, perfeita de estar pronta. Porque assim como o movimento de apanhar deve ser perfeito, deve ser perfeita também a falta de movimento, a aparente falta de movimento do que se deixa apanhar. Você me entende? Talvez houvesse alguma interferência no ‘em-volta-dos-dois’. No ar. No astral. Uma coisa de Deus, do mistério, que embora pareça errada, está absolutamente certa. Porque é assim que é. Naturalmente. As coisas sempre prestes de serem apanhadas. E você eternamente prestes a apanhá-las. ’
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